terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Hotel Nacional Rio
Em um São Conrado completamente deserto, nos anos 1960, é erguido o maior hotel do Rio: Hotel Nacional do Rio de Janeiro.


Construído em 1968-1972, a partir de projeto de Oscar Niemeyer.
Após anos de muito sucesso, encontra-se hoje totalmente abandonado.
Pertencia inicialmente à Rede Horsa, do empresário José Tjurs, e fica em São Conrado, junto à praia.
Tinha 510 quartos, um grande centro de convenções e em seu teatro se apresentaram grandes artistas.
Abandonado desde 1995 aguarda um leilão para, segundo informações, saldar as dívidas da Interunion Capitalização antigo proprietário do prédio.
O imponente prédio construído na década de 70 é um projeto arquitetônico de autoria de Oscar Niemeyer, e tem jardins de Burle Marx.
34 andares distribuidos em uma torre de 104 metros de altura, toda envidraçada.
Após anos de muito sucesso, encontra-se hoje totalmente abandonado.
Pertencia inicialmente à Rede Horsa, do empresário José Tjurs, e fica em São Conrado, junto à praia.
Tinha 510 quartos, um grande centro de convenções e em seu teatro se apresentaram grandes artistas.
Abandonado desde 1995 aguarda um leilão para, segundo informações, saldar as dívidas da Interunion Capitalização antigo proprietário do prédio.
O imponente prédio construído na década de 70 é um projeto arquitetônico de autoria de Oscar Niemeyer, e tem jardins de Burle Marx.
34 andares distribuidos em uma torre de 104 metros de altura, toda envidraçada.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Avenida Niemeyer




Surge o Leblon
O que vejo é uma expressão da beleza.
Praia de São Conrado com seus edifícios chics e a mítica Pedra da Gávea.
Praia de São Conrado com seus edifícios chics e a mítica Pedra da Gávea.
Por São Conrado, começo a subir a Avenida Niemeyer. Um vista é deslumbrante.
22 de Março de 2010
Avenida Niemeyer inaugurada em outubro de 1916.
Seu nome é uma homenagem ao Comendador Conrado Jacob de Niemeyer.
Avenida Niemeyer inaugurada em outubro de 1916.
Seu nome é uma homenagem ao Comendador Conrado Jacob de Niemeyer.
Projeto do engenheiro Paulo de Frontin.
O comendador (dono de grande extensão de terras na região, chegando até a Estrada das Canoas, e o próprio bairro de São Conrado) Niemeyer, em 1915, doou as terras da encosta à Prefeitura para que pudesse ser estendida, até a Praia da Gávea (Nome antigo do atual bairro de São Conrado), uma estrada que partiria do final do Leblon.
O objetivo maior de Niemeyer era a valorização das terras (que pertenciam a ele).
O traçado da futura Avenida começou com o projeto para uma estrada de Ferro em 1891 (Cia. Viação Férrea Sapucaí), que por ali faria a ligação de Botafogo a Angra dos Reis. Chegou a ter seus 800 metros iniciados construidos em 1913, porém, a companhia desistiu do empreendimento, por novas exigências da Prefeitura.
O comendador (dono de grande extensão de terras na região, chegando até a Estrada das Canoas, e o próprio bairro de São Conrado) Niemeyer, em 1915, doou as terras da encosta à Prefeitura para que pudesse ser estendida, até a Praia da Gávea (Nome antigo do atual bairro de São Conrado), uma estrada que partiria do final do Leblon.
O objetivo maior de Niemeyer era a valorização das terras (que pertenciam a ele).
O traçado da futura Avenida começou com o projeto para uma estrada de Ferro em 1891 (Cia. Viação Férrea Sapucaí), que por ali faria a ligação de Botafogo a Angra dos Reis. Chegou a ter seus 800 metros iniciados construidos em 1913, porém, a companhia desistiu do empreendimento, por novas exigências da Prefeitura.
Na entrada do Túnel da Barra existe, até os dias atuais, um grande túnel cavado na rocha, parte integrante da estrada de ferro que seria construída. A entrada do túnel, atualmente, está lacrada com uma grade de ferro para evitar invasões.
Em 1920 (quatro anos após a inauguração), a Avenida sofreu uma grande reforma, foi alargada, sendo praticamente reinaugurada por causa da visita do Rei Alberto da Bélgica.
Em 1920 (quatro anos após a inauguração), a Avenida sofreu uma grande reforma, foi alargada, sendo praticamente reinaugurada por causa da visita do Rei Alberto da Bélgica.
Também foi asfaltada e teve suas curvas ampliadas pelo então prefeito Engenheiro André Gustavo Paulo de Frontin.
O viaduto construído em uma das curvas da Avenida, homenageia o ilustre visitante: Viaduto Rei Alberto (veja fotos antiga e atuais). Ao longo do tempo a Avenida foi ganhando melhoramentos, como, por exemplo, Carlos Sampaio que entre 1920 e 22, colocou nela acostamento.
Já o prefeito Alaôr Prata, entre 1922 e 1926, abriu ali o “Circuito da Gávea” , (corridas automobilísticas de rua), fazendo parte do circuito do Rio de Janeiro a partir de 1933.
O viaduto construído em uma das curvas da Avenida, homenageia o ilustre visitante: Viaduto Rei Alberto (veja fotos antiga e atuais). Ao longo do tempo a Avenida foi ganhando melhoramentos, como, por exemplo, Carlos Sampaio que entre 1920 e 22, colocou nela acostamento.
Já o prefeito Alaôr Prata, entre 1922 e 1926, abriu ali o “Circuito da Gávea” , (corridas automobilísticas de rua), fazendo parte do circuito do Rio de Janeiro a partir de 1933.
Este também era denominado “Trampolim do Diabo”.
Na altura do Viaduto Rei Alberto foi inaugurada a "Gruta da Imprensa", assim chamada pois ali ficavam diversos repórteres para tirar fotos das corridas.
Nessas corridas as largadas se davam próximo do antigo Hotel Leblon, passavam pela “Gruta da Imprensa”, seguiam na “Rocinha” voltando pela Rua Marquês de São Vicente.
O “Circuito da Gávea” só acabou em 1954.
Na altura do Viaduto Rei Alberto foi inaugurada a "Gruta da Imprensa", assim chamada pois ali ficavam diversos repórteres para tirar fotos das corridas.
Nessas corridas as largadas se davam próximo do antigo Hotel Leblon, passavam pela “Gruta da Imprensa”, seguiam na “Rocinha” voltando pela Rua Marquês de São Vicente.
O “Circuito da Gávea” só acabou em 1954.
sábado, 20 de março de 2010
Pedra da Gávea
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